Cavo e trabalho diariamente pensamentos. Num arrogante ato de auto-análise.
Ando a praticar...os avanços são notórios mas ainda há muito trigo a separar do jóio.
A principal dificuldade é travar a impulsividade. É trabalhar o que me sai, jorrando sincera e cruamente da boca. É afastar esse rio bravo que por mim flue sem mestre.
Leio e penso. Critico e analiso. Avanço lenta e seguramente.
Gostaria de ser mais e melhor.
E agora, que me entrego ao simples ato de virar-me para trás, vejo que tenho conseguido superar-me. Repetidamente. Em todos os campos e àreas.
O tempo pesa-me e, tenho vontade de abrandar o ritmo, os campos e as áreas trabalhadas. Mas não posso...é da multiplicidade que vivo e me avança, criativa, sentimental, difusa.
Nota para mim mesma:
Não pares nunca de cavar. Escavar até, se preciso fôr. Mas parar: só quando não houver em mim vida.
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