sábado, 5 de novembro de 2011

O Sol e a Ovelha

Em Setembro senti o sol a palmilhar-me o corpo. Devolveu-me, então, a humanidade. O contacto exterior com o natural é o caminho para o interior individual. Olhei tanto e tão intensamente para dentro que me descobri.

Tenho 9 anos. Ovelha tonta e inocente perdida na floresta escura e densa durante décadas. Petrificada, andei longos e escuros anos só, no meio de todas estas diferentes espécies.  Um dia, ouvi uma voz nunca ouvida mas reconhecível. Segui-a e descobri ovelhas mais brancas.
-Olá! Estou em casa!

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