domingo, 21 de agosto de 2016

Contemplador, 
reparaste nas árvores?
O que se respira, primaveril, 
foi conquistado ao amor,
aquele do tipo forte,com o coração partilhado.

Há gentileza burilada pela dor, bela, pura,como o sol que me bate nos olhos.
É luz de ser, alma pura, carregada de ternura, embelezada num sorriso.O teu.
Franco, honesto, aberto, sincero.
Tocaste-me a alma e puseste-me um riso estridente, alto, ruidoso.Mas não faz mal,
as árvores silenciam enquanto as canas testemunham.

Corro, sorrindo
porque tiveste, um dia, 
a terna graça de me amar.

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